estabeleceu-se um silêncio, quase fadigante,
ela caminhava por entre as folhas secas sem quaisquer
intenão de volta, só caminhava, tentava de alguma forma achar a saida,
os estreitos raios solares iluminavam sua visão,
cansada das poucas novidades que trazia com sigo,.
imaginava ser tola, por tudo aquilo, achava que de nada ia adiantar,
escondeu rapidamente em seu bolso as coisas que gostava,
as coisas que lhe traziam boas lembraças, achava que assim estaria segura,
escorregou novamente em velhos papeis,
fechou os olhos e segiu em frente, na sua frente so restava o inimaginavel,
e aqueles suspiros , ruidos, tiravam sua concentração.
escorregou novamente em velhos papeis,
sabia ela que aqueles cheiros não eram mais os mesmo, sabia ela, como sabia,
farejando aquilo tudo, ela pensou, suspirou, sentou e esperou.
só esperou,
terça-feira, 4 de março de 2008
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
onde guardalo?
poderia em mim ezistir alguma sóbriedade,
poderia nesse inconstante contentamento, pairar alguma lucidez,
alguma lucidez,
algum momento em que não se chocasse nada,
alguma paz, alguma fadiga de prazer que não esse,
pensava eu que tudo poderia ser mais claro ,limpo, sonoro,
sinto falta de coisas que se foram, de muitas que virão,
e esse vazio, onde escondelo?
onde guardalo?
poderia nesse inconstante contentamento, pairar alguma lucidez,
alguma lucidez,
algum momento em que não se chocasse nada,
alguma paz, alguma fadiga de prazer que não esse,
pensava eu que tudo poderia ser mais claro ,limpo, sonoro,
sinto falta de coisas que se foram, de muitas que virão,
e esse vazio, onde escondelo?
onde guardalo?
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
real,
o tempo havia passado e eu, nem tinha percebido,
eu. bem, eu não era mas eu, era aquele outro, um outro alguem que encistia em ficar,
as coisas soaram e martelaram constantemente, sem parar, sem deixar pistas, rastros, era doce, sincero, era cuel,
diferente de tudo que um dia imaginei,
mas com um turbilhão de sensações momentanias, como uma catastrofe e com um prazer momentanio, tudo, tudo passou,
deixou meras, e amargas lembranças, que ficaram, presas na mente,
acho que tinha criado pra mim, aquele que talvez fosse um sonho,
mas não era, aquilo, aquilo era a vida real,
eu. bem, eu não era mas eu, era aquele outro, um outro alguem que encistia em ficar,
as coisas soaram e martelaram constantemente, sem parar, sem deixar pistas, rastros, era doce, sincero, era cuel,
diferente de tudo que um dia imaginei,
mas com um turbilhão de sensações momentanias, como uma catastrofe e com um prazer momentanio, tudo, tudo passou,
deixou meras, e amargas lembranças, que ficaram, presas na mente,
acho que tinha criado pra mim, aquele que talvez fosse um sonho,
mas não era, aquilo, aquilo era a vida real,
domingo, 18 de novembro de 2007
Capítulo 1. Um suspiro no vazio.
Uma redação era feita de pontos e acentos,
e foi isso que Marjori fez, se sentou, abaixou a cabeça , pegou o lapis que sempre trazia com sigo no bolso, e escreveu.
Escreveu sem parar, sem perceber,
se deixou levar,
já era tarde , ali sentada na varanda ela ouvia tudo que queria ouvir,
se finjia de morta,
de estante em estante ela parava, olhava pro tempo,
pro vento que encistia em bagunçar seus cabelos,
[uma pausa]
Bem ainda não a descrevi.
Marjori era uma menina de 16 anos, cabelos longos, castanhos claro, olhos castanhos, pele branca (amarelada na verdade), e tinha uma estatura mediana,
bem na verdade Marjori era uma menina bem normal, sim e era magra,
[retornando]
Ficava ali, parada , esperando a vida passar,
esperando uma amor não corespondido, esperando amizades eternas,
esperando uma auto compreenção,
e enquanto esperava, deitava na madeira fria, olhava pro ceu, fitando as estrelas e a neblina que as acompanhava.
Não queria mas se basear em contos, em histórias pré definidas,
queria crias suas proprias histórias, queria uma outra visão.
Decidiu parar com o mundo, parar com tudo e criar de novo,
Marjori acorda, marjoriii...
era sua mãe balançando seus braços e tentando trazela de volta a vida,
Mas era tarde demas, Marjori já havia morido , e ali só restava seu corpo inerte,friu, pálido, espantado com tudo aquilo,
e foi isso que Marjori fez, se sentou, abaixou a cabeça , pegou o lapis que sempre trazia com sigo no bolso, e escreveu.
Escreveu sem parar, sem perceber,
se deixou levar,
já era tarde , ali sentada na varanda ela ouvia tudo que queria ouvir,
se finjia de morta,
de estante em estante ela parava, olhava pro tempo,
pro vento que encistia em bagunçar seus cabelos,
[uma pausa]
Bem ainda não a descrevi.
Marjori era uma menina de 16 anos, cabelos longos, castanhos claro, olhos castanhos, pele branca (amarelada na verdade), e tinha uma estatura mediana,
bem na verdade Marjori era uma menina bem normal, sim e era magra,
[retornando]
Ficava ali, parada , esperando a vida passar,
esperando uma amor não corespondido, esperando amizades eternas,
esperando uma auto compreenção,
e enquanto esperava, deitava na madeira fria, olhava pro ceu, fitando as estrelas e a neblina que as acompanhava.
Não queria mas se basear em contos, em histórias pré definidas,
queria crias suas proprias histórias, queria uma outra visão.
Decidiu parar com o mundo, parar com tudo e criar de novo,
Marjori acorda, marjoriii...
era sua mãe balançando seus braços e tentando trazela de volta a vida,
Mas era tarde demas, Marjori já havia morido , e ali só restava seu corpo inerte,friu, pálido, espantado com tudo aquilo,
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Um pedaço de papel
Foi mudando, foi se encaichando, foi ficando cade vez menor.
os olhares eram tão diferentes diante de um so objeto.
tudo parecia menor, maior, liso e aspero.
e eu ,cade vez mas envolto nessa atimosfera que se chama mundo.
tudo mudou, e não mudou, era como se meu pensar fosse aquele mesmo pensar,
mas modificado pelos efeitos do tempo. tempo esse que eu nem sei se vai chegar.
fasso planos e estaciono , desfaço planos e nem sei mas por onde começar.
fiz mudar montanhas e amei sem perceber,.
fiz rir e fiz charar a que eu me aproximei, não sei como,.
os amigos, não amigos, vem e vão. por onde andarão,
os olhares eram tão diferentes diante de um so objeto.
tudo parecia menor, maior, liso e aspero.
e eu ,cade vez mas envolto nessa atimosfera que se chama mundo.
tudo mudou, e não mudou, era como se meu pensar fosse aquele mesmo pensar,
mas modificado pelos efeitos do tempo. tempo esse que eu nem sei se vai chegar.
fasso planos e estaciono , desfaço planos e nem sei mas por onde começar.
fiz mudar montanhas e amei sem perceber,.
fiz rir e fiz charar a que eu me aproximei, não sei como,.
os amigos, não amigos, vem e vão. por onde andarão,
domingo, 24 de junho de 2007
Voa; então me comprimi.
desapercebido, voou e nem esperou.
deixou tudo pra trás.
pegou as malas e partiu, como quem não se prende mas.
anotou coisas banais e sentimentos folgais.
deixou escapar no tempo aquilo que não o cativava mas.
Fez promessas repetidas, abandonou noites fazias.
anotou coisas banais e sentimentos folgais.
deixou escapar no tempo aquilo que não o cativava mas.
Fez promessas repetidas, abandonou noites fazias.
e depois com um sorriso voltou atrás.
engoliu seu rancor e desperdiçou seu gás.
amara-se e desamarra-se em um tempo que não volta mas.
segunda-feira, 11 de junho de 2007
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